O assaltante que sobreviveu à operação desta noite das forças de segurança tem ferimentos graves na zona cervical e na face, ao que o SOL apurou, e foi transportado para o hospital São José. Um dos reféns tem ferimentos ligeiros e foi transportado para o mesmo hospital.
Os dois reféns do assalto desta quinta-feira ficaram bem de saúde. A mulher foi assistida no local, a Rua Marquês de Fronteira, em Lisboa. O homem, que sofreu ferimentos ligeiros provocados por estilhaços resultantes dos disparos, foi transportado para o hospital de São José.
Quanto aos assaltantes, um deles morreu na sequência da operação e o outro terá ficado gravemente ferido. O sobrevivente, que tem 25 anos, foi transportado para o hospital São José com ferimentos na zona cervical (coluna) e na face.
Um disparo atribuido a um sniper da polícia e a fuga de uma refém do assalto de hoje à dependência do BES, desencadearam a operação de resgate. Imediatamente os elementos das forças de intervenção entraram no banco, sendo ouvidos ao todo três disparos.
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Noticia de Ultima HORA
Um sequestrador foi morto e outro ferido, esta é a informação que a SIC Noticias avançou.
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Os dois reféns que estavam nas mãos dos assaltantes numa dependência do Banco Espírito Santo (BES) em Lisboa, na rua Rua Marquês de Fronteira, conseguiram escapar ilesos depois de 8h30 de sequestro. Mantidos durante cerca de 20 minutos à porta do banco, com armas apontadas ao pescoço, os dois reféns correram em direcção aos polícias que dispararam três vezes contra os assaltantes.
Os dois homens já foram detidos e ainda estão dentro do edifício, segundo a SIC Notícias.
Uma mulher de 52 anos, feita refém durante o assalto, terá sido libertada às 15h50 e assistida no local por uma equipa médica, disse fonte do INEM à Lusa. Segundo a mesma fonte, a mulher sofreu uma crise de ansiedade, mas a situação clínica está controlada.
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, elogiou hoje a «pronta» intervenção da PSP na tentativa de assalto a uma dependência do Banco Espírito Santo, em Lisboa, manifestando total confiança naquela força policial.
«A acção da polícia foi pronta porque, em poucos minutos, a PSP chegou ao local, para o cercar e impedir a fuga dos atentes do crime», salientou o ministro, em declarações aos jornalistas, em Évora.
Rui Pereira garantiu que a PSP, uma «força com provas dadas», lhe merece «toda a confiança» e disse acreditar na resolução, «da melhor forma possível», do caso.
«Certamente, que [a PSP] se vai e está a empenhar para que este caso seja resolvido da melhor forma possível e estou confiante em que o será».
O Ministro da Administração Interna, que disse acompanhar «em permanência», através do director nacional da PSP, a situação da tentativa de assalto em Lisboa, apesar de participar esta noite, em Évora, numa acção de prevenção e sensibilização rodoviária, recusou fazer comentários «de ordem operacional», quando questionado se o caso poderá estar resolvido dentro de horas.
Rui Pereira preferiu insistir nos elogios à acção da PSP, recusando também relacionar este caso com assaltos anteriores ocorridos no país.
«Cada incidente policial é um incidente autónomo e não vale a pena, agora, estar a fazer evocações de outros», afirmou, sublinhando que a PSP «chegou rapidamente» ao local do assalto em Lisboa e «está a dominar completamente a situação».
«Confio plenamente na sua acção para que o incidente seja resolvido da melhor maneira», reafirmou, reconhecendo que o sentimento de insegurança «existe sempre que são cometidos crimes».
Cerca de 20 minutos depois de uma refém aparecer à porta do banco com uma arma apontada à cabeça, 'snipers' da polícia.fizeram três disparos e vários agentaes tomaram de assalto o banco.
A refém conseguiu fugir.
Os dois sequestrados foram de imediato socorridos pelo INEM e parecem estar bem.
Eram 23.23 horas, cerca de oito horas depois do inicio do assalto.
Entretanto a polícia vedou com panos pretos a entrada no banco e uma ambulância parou próximo deste local.